De cada vez que Te entregas a mim, e juntos somos uno. E Meu Amor, só nos é que sabemos. De cada vez que descemos às profundidades do agoiro e nos erguemos de novo juntos para liderar o nosso império, seis vezes mais sólido e dependente de nós. O mesmo império que balança entre a sádica linha da segurança e da dor, que nos divide entre o amor e o ódio.
Ainda tenho sede de Ti. Do Teu inocente sorriso.
Tenho sede leveza das Tuas costas no meu peito nu, dos meus braços encerrados nos Teus, do quente beijo. Tenho sede desse eterno beijo que, percorrendo o teu pescoço, me leva a sonhar mais alto que o mundo.
Meu Amor. E quando nos abraçamos, somos uno. Eu sou tu: Tu és eu. Somos uno inconfundivel que envelhecerá com os Deuses, eterno.
Quem me dera.
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