
Deixemos os grandes textos. Foquemos a expressão das imagens. Diz-me quem sou, mas vais errar, vais errar enquanto não souberes ler. Porque enquanto não souberes ler, tudo o que farás será uma simples soma de M e A onde balbuciarás um Ma, mas não te esqueças do meu nome e verás que nem a metade chegaste. Podes-te vangloriar de muitas peripécias, embora não possas festejar o facto de teres ido mais além das cores do que ofereço e da expressão da loucura em que vivo, porque não foste.
Não te censures, não me censures. Tal como não te culpo, nem me culpo. É assim que sou.
Fiquemos por aqui, verás o muito do meu melhor e do meu pior, embora não o saibas porque eu farei questão que assim seja. Seremos bons amigos, e quando precisar saberei com quem contar.
Aí sim, saberás o que sou.